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26/03/2018 Fisioterapia0

Hoje é muito comum ao escutar os noticiários, anunciarem sobre a baixa umidade de ar. E esta alteração no ambiente em que o tempo fica seco, leva a piora do quadro respiratório, principalmente nas pessoas que já apresentam doenças respiratórias.

Os sintomas mais comuns são dificuldade de respirar, sensação de falta de ar, chiado no peito, fadiga, tosse, sangramento, entre outros.

Apesar destes sintomas serem comuns na população, poucas pessoas sabem da importância da Fisioterapia Respiratória para auxiliar na melhora destes sintomas e do quadro geral do paciente, independente se apresentam ou não doenças do trato respiratório.

A fisioterapia atua através de orientações, cuidados com higiene brônquica, umidificação adequada e exercícios respiratórios. O resultado geralmente é rápido e pode apresentar melhora imediata.

Então vamos há algumas dicas para manter as vias respiratórias mais saudáveis e com melhor umidade:

  • Umidificar o ambiente, principalmente próximo a cama, pode ser através de umidificadores, vasilha com água ou toalha molhada;
  • Manter sempre a casa higienizada, sendo ideal passar um pano úmido no quarto antes de dormir;
  • Tomar bastante liquido durante o dia, com isso hidrata o corpo e fluidifica as secreções;
  • Evitar o ar condicionado principalmente no período de seca ou evitar sempre que possível a exposição durante longos períodos;
  • Lavar o nariz sempre que possível com soro fisiológico;
  • Evitar cheiros fortes, como produtos de limpeza e perfumes;
  • Não fumar;
  • Evitar animais dentro de casa;
  • Fazer atividade física preferencialmente antes das 10h da manhã ou depois das 17h;
  • Tapetes devem ser retirados, cortinas lavadas sempre e retirar bichos de pelúcia, brinquedos, livros, revistas e jornais, evitando o acumulo de poeira.31

Agora você já sabe como reduzir os sintomas e melhorar a sua qualidade de vida e de seus familiares. Coloque em prática!

Sou Anelise Dias de Paula, fisioterapeuta integrante da ComTato, Especializada em Fisioterapia Cardiorrespiratória. Duvidas? Ligue e agende seu horário.

 

 


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23/03/2018 Fisioterapia0

Olá pessoal!

A Síndrome de Down (SD) é uma condição genética que leva a um atraso motor e cognitivo das crianças. Apesar de passarem por todas as etapas que uma criança que não apresenta esta condição, seu processo é mais lento. Geralmente, elas demoram mais tempo para sentar, andar, sorrir, falar, balbuciar, entre outros. Dependendo do grau de limitação são necessárias condições especiais para a aprendizagem, no entanto, se forem estimuladas adequadamente podem se desenvolver, ser integrada à sociedade e ter uma vida normal.

Para isto, a criança deve ser estimulada precocemente, iniciando assim que houver liberação médica, que geralmente ocorre em torno de 1 mês de vida se a criança não apresentar nenhuma condição grave associada. Quando este trabalho é iniciado rapidamente, propicia que a criança adquira suas aquisições motoras de forma criativa e afetiva. 

O período que se adquire o maior número de aquisições motoras é de 0 a 18 meses, por isto da importância de serem estimuladas precocemente, no entanto, cada criança tem seu tempo, se desenvolve de acordo com o amadurecimento cerebral e com os estímulos do ambiente em que vive. Isto mesmo! Crianças pouco ou não estimuladas apresentam um desenvolvimento motor e intelectual lento independente de apresentar alguma alteração neurológica.

Além do acompanhamento de uma equipe interdisciplinar, é necessário que a criança tenha um ótimo ambiente familiar, apoio da família e estímulos sensoriais para apresentar bons resultados em seu desenvolvimento.

Dentre a equipe interdisciplinar encontra-se as áreas de medicina, fisioterapia, terapia ocupacional, fonodiaulogia, equoterapia, hidroterapia, psicologia, entre outros. O objetivo da equipe é proporcionar a criança portadora de SD a maior independência possível, oportunidades no ambiente social e educacional com o intuito de integrá-la a sociedade e avançar através de seus progressos.

Os exercícios para adquirir as aquisições motoras são simples, realizados de forma lúdica, através de movimentos e posições indicadas para o ganho de cada etapa. Devem ser prazerosos para ambos e os pais devem separar um tempo diariamente para estimular seus filhos brincando.

Portanto, para que uma criança portadora de SD tenha um desenvolvimento adequado, ela precisa ser estimulada precocemente, independente se apresenta atraso do desenvolvimento motor, viver em um ambiente tranquilo, seja estimulada pelos seus pais, tenha carinho e apoio dos familiares.

Lembre-se sempre: O desenvolvimento de sua criança também depende do ambiente em que ela vive!

Sou Meg Martins, Fisioterapeuta integrante da ComTato.


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19/03/2018 Fisioterapia0

A pouco tempo a realidade dos pacientes irem para casa traqueostomizados e em ventilação mecânica era muito distante para a maioria deles. Se criar então quase um leito de UTI dentro de casa era para poucas pessoas. Porém, hoje com projetos dos planos de saúde e do SUS (Sistema Único de Saúde) é possível manter o paciente bem assistido dentro de casa em uso de ventiladores mecânicos portáteis.

O médico e a equipe hospitalar, que pode ser composta de fisioterapeutas, enfermeiras, psicólogas e assistentes sociais são responsáveis pela indicação de desospitalização em ventilação mecânica domiciliar, como também pela escolha do ventilador, modo ventilatório e parâmetros que serão utilizados.

Para iniciar essa adaptação o paciente deverá ser conectado a ventilação no hospital e observar sua tolerância. Em conjunto com esse período a equipe de desospitlização irá auxiliar os familiares com a organização do ambiente para melhor recebe-lo. Para isto, a casa necessita de alguns itens importantes, como:

  • Cama hospitalar com colchão pneumático ou caixa de ovo
  • Quartos arejados e amplos
  • Facilidade para acessos como cadeira de rodas ou macas
  • Barras para facilitar os descolacamento em casos de pacientes que andam
  • Cadeiras de banho ou banheiros próximos
  • Poltronas confortáveis para retirar paciente sempre que possível da cama
  • Materiais para aspiração do paciente
  • Balas de oxigênio e concentradores de oxigênio
  • Tomadas próximas ao leito ou extensões para adaptação do ventilador
  • Retirar tapetes no cômodo e não permitir a entrada de animais
  • Materiais de curativos
  • Ventilador portátil.

Após o paciente ser encaminhado para casa os cuidados devem permanecer, como visitas das equipes médicas e da enfermagem, além da continuidade do tratamento fisioterapêutico e fonoaudiólogo. Podem ser acrescentados atendimentos de psicólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas e dentistas.

Sou Anelise Dias de Paula, Fisioterapeuta integrante da ComTato, Especializada em Fisioterapia Cardiorrespiratória. Ainda contamos com as Nutricionista Daniele Magalhães e a Psicóloga Jussara Capanema Bahia, para nos auxiliar sempre que necessário. Ligue e agende sua avaliação.


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16/03/2018 Fisioterapia0

Primeiramente precisamos conhecer um pouco mais sobre a Endometriose…

A endometriose é uma das doenças ginecológicas mais estudadas na atualidade, no entanto muito aspectos relacionados com diagnóstico e tratamento permanecem sem esclarecimento. Ainda é considerada com uma doença misteriosa, tanto em relação a sua causa como as suas consequências mais marcantes como a dor e a infertilidade. A população mais afetada são mulheres jovens e no auge da vida produtiva, acredita-se que 10% delas.

A endometriose é uma doença caracterizada pela presença de células endometriais fora do útero. Na época da menstruação estas células sangram em locais indevidos, levando a processos inflamatórios e consequentemente cicatrização e aderência entre os órgãos. E são estas consequências que são as responsáveis por grande parte dos sintomas da doença.

Sua causa não é definida. Em quase todas as mulheres durante a menstruação ocorre um refluxo das células endometriais através das trompas, o sistema imunológico reconhece como corpo estranho e destrói estas células. No caso das mulheres com endometriose, acredita-se que o sistema imune falha e permite a implementação destas células endometriais e assim se inicia a doença. No entanto, ainda existem outras teorias, mas que continuam obscuras.

Os sintomas mais comuns são cólica menstrual severa durante a menstruação aumentando a cada ciclo menstrual, dor pélvica crônica que piora na fase pré-menstrual e incapacidade funcional (para realizar as atividades do dia-a-dia) devido dor intensa, dor durante a relação sexual, infertilidade, aumento do número de evacuações durante o período menstrual e com a progressão da doença, sangramento ao evacuar, aumento da sensação de querer evacuar e dificuldade para evacuar, dor ao urinar, urgência para urinar, dor na região lombar e desconforto abdominal. Com o agravamento do quadro, as dores podem se tornar acíclicas, ou seja, fora do ciclo menstrual.

Apesar de não haver cura para esta doença, os sintomas podem ser diminuídos e até mesmo controlados através de tratamentos medicamentosos como pílulas anticoncepcionais, uso oral ou injetável de progesterona, DIU e bloqueadores de estrógeno. O tratamento cirúrgico é indicado nos casos das mulheres que não apresentam alívio após seis meses do uso das medicações e/ou para reduzir aderências e remover todos os focos endometriais.

A mulher com endometriose deve ser acompanhada por uma equipe interdisciplinar com uma abordagem integral. Além do acompanhamento médico e psicológico, encontra-se o fisioterapêutico que tem como objetivo minimizar a dor através da elevação da liberação de endorfinas com exercícios direcionados, relaxar a musculatura da pelve, trabalhar posturas antálgicas (postura adotada com o intuito de reduzir a dor), ajudar a lidar com a dor, desfazer o ciclo “tensão-dor-tensão”, melhorar a função urinária, fecal e sexual, prevenir incapacidades e restaurar as funções desejadas pela paciente através de várias técnicas e recursos.

A fisioterapia não tem poder curativo no tratamento na endometriose, no entanto, pode minimizar os sinais e sintomas apresentados, melhorando sua qualidade de vida.

Sou Meg Martins, Fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher.

Se você apresenta estes sintomas, ligue e agenda sua avaliação! Ainda contamos com a Psicóloga Jussara Capanema Bahia, que pode nos auxiliar sempre que necessário.


Tratamento-preventivo-artrose-1200x578.jpg

12/03/2018 Fisioterapia0

Olá! Como vocês sabem, a ComTato tem como prioridade a prevenção e o tratamento natural e menos invasivo. Por isso, hoje quero dar algumas dicas para quem tem artrose (desgaste nas articulações dos membros inferiores-pés, tornozelos, joelhos, quadris). Serve também como prevenção e um cuidado carinhoso consigo mesmo. Aproveite as dicas e comece já!

Ofereça conforto aos seus pés, pernas e quadris:

  • Faça um escalda pés de 20 minutos diários, movimentando delicadamente seus tornozelos e dedos. Aproveite para massagear seus pés após a imersão, usando óleos e/ou cremes hidratantes.
  • Ao final do dia, deite-se em posição confortável com almofadas abaixo dos joelhos e se estiver com dores articulares, use compressas mornas por 15 minutos. Se tiver oportunidade, faça isso no meio do dia.

Favoreça a circulação sanguínea e previna o inchaço:

  • Deite-se em um local confortável e mantenha as pernas elevadas por 20 minutos. Aproveite para movimentar pés e tornozelos, o que facilita ainda mais o retorno sanguíneo.

Não sobrecarregue suas pernas:

  • Alterne sua postura no dia a dia (assentada, de pé e deitada/recostada), ficar muito tempo em uma só postura sobrecarrega as articulações e prejudica a circulação.
  • Mantenha seu peso corporal em dia, pois ao mesmo tempo em que a obesidade sobrecarrega as articulações, a falta de musculatura não proporciona uma boa distribuição das forças.

Cuide da postura o tempo todo:

  • Uma boa postura evita desvios articulares e sobrecargas:

Evite ficar assentado com as pernas cruzadas por muito tempo;

Não cruze as pernas e flexione os joelhos totalmente, deixe-os “frouxos” e confortáveis;

Sente-se em assentos apropriados ao seu tamanho;

Evite assentar-se sobre os calcanhares ou com as pernas elevadas forçando a flexão total dos quadris e joelhos.

cuide-postura

Use calçado confortável, adequado e anatômico:

  • Dê preferência às sandálias com salto tipo Anabela de pelo menos 3 cm de altura ou tênis com amortecedores;
  • Evite sapatos sem saltos como rasteirinhas, sapatilhas ou chinelos. Atualmente o mercado oferece sapatos ortopédicos para o dia a dia de diversos modelos;
  • Quando for inevitável o salto alto, prefira os com saltos mais estáveis e que tenham também elevação na região anterior;
  • Não use sapatos de bico fino, eles prejudicam muito toda a biomecânica dos pés e conseqüentemente de sua pisada.

sapatos

Seja Flexível:

  • Faça alongamentos diariamente, da maneira correta, mantendo o tempo adequado e respeitando os limites do seu corpo;
  • Faça movimentos articulares suaves para “soltar” as articulações. Quanto mais nosso corpo movimento, mais ele produz o líquido sinovial, uma espécie de “lubrificante” natural para o bom funcionamento das articulações.

 

Tenha músculos fortes:

  • Pratique atividades específicas para o fortalecimento muscular, mas fique atento a qual atividade você deve fazer. Todos temos particularidades que devem ser analisadas, por isso é importante ter uma boa consciência corporal e uma boa orientação profissional.
  • Nossos músculos são os principais responsáveis pela execução de força. Se os mesmos estiverem fortes e saudáveis, as articulações não precisarão exercer tanta força para executar um movimento.

 

Evite atividades inapropriadas:

  • Atividades de alto impacto como corrida, pular, subir e descer escadas/morros, crossfit, lutas marciais- nem todas as pessoas podem praticar. Depende do grau de comprometimento da artrose, dentre outros fatores.
  • Nem todos os pacientes podem fazer a caminhada, mesmo em local plano. Obtenha orientação de um profissional de saúde (médico e fisioterapeuta).

Em períodos de agudização da dor:

  • Redobre todos os cuidados já citados;
  • Faça compressas frias com os membros inferiores elevados;
  • Comunique ao seu fisioterapeuta;
  • Procure um ortopedista caso persista os sintomas.

 

Núbia Oliveira

Fisioterapeuta parceira da ComTato

 


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09/03/2018 Fisioterapia0

Olá pessoal!

Atualmente nos meios de comunicação discute-se muito sobre apnéia do sono, já que apresenta uma alta taxa de morbidade e mortalidade acometendo 4% dos homens e 2% das mulheres.

A Síndrome da Apnéia-Hipopnéia do Sono (SAHOS) é uma doença crônica e evolutiva, caracterizada pela ocorrência de episódios frequentes de obstrução parcial ou total das vias aéras durante o sono.

Os sintomas podem ser variados, mas o mais frequente e importante é o ronco (90% dos casos), sonolência diurna excessiva, alteração do humor, dor de cabeça durante o dia, impotência sexual, queda do rendimento intelectual e alterações cardiológicas e neurológicas.

Alguns casos podem ser agravados por algumas doenças como obesidade, pressão alta, doenças cardiopulmonares como arritmias cardíacas, hipertensão pulmonar e insuficiência cardíaca, derrames, alcoolismo, língua grande, amígdalas e úvula grandes, palato redundante, queixo pequeno, grande circunferência do pescoço (sexo masculino > 42,5 cm e feminino > 37,5 cm), sexo masculino e síndromes genéticas com deformidades craniofaciais evidentes.

Para iniciar o diagnóstico os pacientes e até os familiares relatam a presença de roncos, paralisação da respiração durante o sono, cansaço após o despertar e desanimo ao longo do dia, mas a confirmação é feita pela polissonografia assistida. Este exame é realizado em uma clínica especializada e preferencialmente realizada a noite ou no horário de costume que o paciente dorme. O paciente deve dormir com sensores fixados na superfície do corpo, de maneira a permitir que a pessoa possa movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. O exame é indolor. Não se usam agulhas ou instrumentos semelhantes e não envolve qualquer risco.

O tratamento clínico ou cirúrgico está diretamente relacionado com a gravidade. A doença pode ser classificada como leve, moderada e severa. Mas antes da proposta cirúrgica são optados por outros tratamentos, como por exemplo:

  • Inicio de atividade física regular
  • Perda de peso
  • Melhora da alimentação, principalmente antes de dormir
  • Posicionamento na hora de dormir, como cabeceira mais elevada e dormir de lado
  • Uso do CPAP

Se você apresenta os sintomas acima, consulte o seu médico e um fisioterapeuta especializado.

Anelise Dias de Paula, Fisioterapeuta, integrante da ComTato, Especializada em Fisioterapia Cardiorrespiratória.

 

 

 



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