Disfunções miccionais e anorretais

Fisioterapia: Incontinência Urinária Feminina

Incontinencia urinária feminina

Fisioterapia: Incontinência Urinária Feminina

A incontinência urinária consiste na perda involuntária de urina (ICS), sendo mais comum entre mulheres de idade mais avançada, o que não quer dizer que não possa ocorrer em homens, mulheres jovens ou crianças. Essa condição provoca grande impacto na qualidade de vida desses pacientes, muitas vezes, os privando de sua vida social e de suas atividades do dia-a-dia.

Os sinais e sintomas são: perda de urina, urinar na calcinha e/ou na cama ao dormir, correr para ir ao banheiro e urinar na roupa, levantar muitas vezes à noite para urinar, perder urina aos esforços como tossir, espirrar, rir, correr, ao mudar de posição, na relação sexual, perder urina quando estiver ansiosa, nervosa e/ou estressada e ao manipular água.

Os fatores de risco que levam a incontinência urinária são: obesidade, gestação, partos, menopausa, envelhecimento, tabagismo, cirurgias prévias, traumas, infecção urinária de repetição, profissão, depressão, efeitos de drogas/medicamentos e condições associadas como diabetes, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), alergia e constipação intestinal.

Alguns dos tratamentos utilizados incluem a fisioterapia, tratamentos medicamentosos e cirurgias. Dentre estes, destaca-se a Fisioterapia pélvica, que  atualmente é considerado o tratamento de 1ª linha para essa condição, já que diminui as possíveis complicações associadas às cirurgias e pode promover a cura. A Osteopatia também tem papel importante na prevenção e tratamento da incontinência, principalmente se aliada a fisioterapia uro-ginecológica.

A fisioterapia pélvica trabalha a debilidade do assoalho pélvico. Para que se defina a real necessidade do paciente se faz necessário realizar uma avaliação bem detalhada e definir o tipo de incontinência urinária apresentada, para determinar o tratamento a ser seguido. Diante disto, a fisioterapia atua através da melhora da funcionalidade dos músculos perineais a partir de exercícios (cinesioterapia) realizados ativamente pelo paciente e/ou associado com alguns recursos de acordo com a necessidade de cada um.  Objetiva-se restabelecer o equilíbrio da pelve, manter o suporte dos órgãos pélvicos, principalmente bexiga, útero e reto, favorecer a pressão de fechamento da uretra, ativar a circulação local e contribuir na atividade sexual.

A intervenção da osteopatia poderá ser necessária quando a causa do problema for além das disfunções da pelve, ou seja quando outros sistemas estiverem impedindo o bom funcionamento do assoalho pélvico. Desordens na pressão intra-abdominal por exemplo podem causar sobrecargas importantes nos músculos pélvicos e levar à incontinência. O tratamento será global, incluindo o nosso arcabouço musculoesquelético bem como a funcionalidade das nossas vísceras e condição hormonal.



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