Serviços

Fisioterapia: Paralisia Braquial Obstétrica (PBO)

Fisioterapia: Paralisia Braquial Obstétrica (PBO)

A PBO é uma disfunção que pode trazer graves consequências e restrições na vida de uma criança. O quanto antes ela começar a fisioterapia, menores serão as conseqüências. Tratar do seu filho na sua própria casa vai trazer mais comodidade, confiança e um enorme leque de possibilidades para a resolução das dificuldades diárias. Ligue para a ComTato e agende a avaliação da sua criança.

 

 

 

 

 

O que é a paralisia braquial obstétrica (PBO)?

É uma lesão que compromete o plexo braquial durante as técnicas do parto. O plexo braquial é um conjunto de nervos, localizados na região do pescoço, que são responsáveis pelos movimentos dos membros superiores (ombro, braço, antebraço e mão) e pela sensibilidade. Como consequência da lesão, o recém-nascido apresenta paralisia flácida, que envolve o membro superior de forma tipicamente unilateral, segmentar ou total. Isto gera grande repercussão na funcionalidade no membro lesado do recém-nascido.

A PBO é classificada em: Erb-Duchene (paralisia alta) é a mais comum delas, compromete as raízes de C5 a C7, assim apresenta dificuldade na abdução e rotação externa do braço associada à ausência de flexão de cotovelo; Klumpker há comprometimento das raízes C8 e T1 causando a paralisia completa do membro comprometido com diminuição da sensibilidade; Paralisia Total, na qual há comprometimento de todo o membro (raízes nervosas de C5 a T1).

Há ainda a lesão não obstétrica, esta pode estar associada a má-formação do plexo braquial ou superdistensão pela atitude do feto dentro do útero, sendo esta a lesão com pior prognóstico.

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas variam de acordo com a localização da lesão. Crianças com PBO podem apresentar redução da movimentação do ombro, braço e mão afetados, utilizando somente o braço sadio para realizar as suas atividades. Estas crianças não apresentam comprometimento mental. Mas se deixar de vivenciar experiência devido a lesão, irá comprometer o seu desenvolvimento.

Causas da paralisia braquial obstétrica

Os fatores de risco são classificados em neonatais, maternos e ligados ao trabalho de parto. São eles: dificuldade para liberação da cintura escapular do bebê durante a saída no parto, bebês muito grandes ou em posição invertida dentro do útero da mãe, parto com fórceps ou através de instrumentos, diabetes, parto prolongado e multiparidade.

Consequências

As consequências irão variar de acordo com o grau de lesão e se o tratamento foi iniciado precocemente. A criança geralmente apresenta redução ou não movimentação do lado afetado, atrofia, edema e hematomas. Deve-se investigar para descartar a presença de lesões associadas como fraturas (úmero e clavícula), paralisia de nervo frênico (nervo que inerva o diafragma) ou facial e ruptura ou hemorragia do músculo esternocleidomastoideo. As conseqüências de uma PBO não tratada pode repercutir também em outras partes do corpo da criança, como alteração da postura, desequilíbrios e desvios na coluna, daí a importância fundamental da fisioterapia preventiva e corretiva.

Como a fisioterapia pode ajudar no tratamento da paralisia braquial obstétrica?

É importante um tratamento responsável e precoce que estimule o bebê antes que ele se adapte a usar apenas o membro que não está afetado, dificultando ainda mais a recuperação do braço lesado. Assim a fisioterapia tem como objetivo recuperação da função muscular e adequar o ambiente para favorecer a funcionalidade, para tanto atua na estimulação, manutenção e/ou aumento da movimentação ativa, recuperação sensorial, desenvolvimento motor, ensina a criança a explorar o meio com atividades lúdicas do brincar, evita deformidades e contraturas de tecidos moles, prescreve órteses e ensinar aos cuidadores o posicionamento adequado do membro superior comprometido.

O interessante que tratando em sua própria casa, o bebê será estimulado com objetos, móveis e pessoas do convívio desta criança, conseguindo uma maior interação da mesma, o que será primordial ao tratamento.

Número de sessões de fisioterapia domiciliar

O tempo do tratamento irá variar com o grau da lesão, idade da criança e início do tratamento, que deve ser o mais breve possível para impedir padrões de movimentos inadequados e o total isolamento do membro acometido.

 


ComTato - Fisioterapia em BH e Região.

Contato

Segunda - Sexta 07:00-20:00Sábado - 07:00-13:00(31) 3044-3099
(31) 99118-5320
(31) 99977-5492
contato@comtatobh.com.br
Belo Horizonte - MGAtendemos em BH e região metropolitana

Newsletter

ComTato. Todos os direitos reservados.