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Fisioterapia: Câncer de Mama

Fisioterapia: Câncer de Mama

O câncer de mama é uma doença tratável e se descoberto precocemente é a chave para maior chance de sobrevida. O tratamento fisioterápico surge dentro da equipe multidisciplinar, para que esses pacientes sejam melhores assistidos atuando na recuperação físico-funcional, visando à prevenção e/ou tratamento das complicações, caso estas se instale. O atendimento pode ser realizado em consultório ou em seu domicílio. Ligue para ComTato e agende seu horário. 

 

 

 

Câncer de mama

Durante os últimos anos, a incidência de câncer de mama tem aumentado de forma significativa, sendo o 2º tipo de câncer mais frequente no mundo e o 1º entre as mulheres. No Brasil, a elevação da incidência de câncer de mama tem sido acompanhada pelo aumento da mortalidade, o que pode ser atribuído, principalmente, a um atraso no diagnóstico e na instituição da terapêutica adequada. A doença tem impacto psicológico importante desde o momento do diagnóstico até o tratamento e expectativa de vida, assim sua abordagem deve ser ampla, integrada e atualizada.

O que é o câncer de mama?

Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno), ou seja, que acarretam em um crescimento exagerado, que foge parcial ou totalmente ao controle do organismo. Estas células reduzem ou perdem a capacidade de se diferenciar, em consequências de mudanças nos genes que regulam o crescimento e a diferenciação celular, promovendo efeitos agressivos sobre o corpo. Estas células podem invadir tecidos e órgãos, podendo espalhar-se, chamada de metástase, para outras regiões do corpo. Neste caso, este crescimento desordenado ocorre inicialmente na mama.

Sinais e sintomas

Os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo (caroço) ou tumor no seio, acompanhado ou não de dor na mama, este pode crescer lento ou rapidamente. Além disto, podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como elevação ou retrações, mudança de cor ou um aspecto semelhante à casca de uma laranja, secreções no bico do seio, além de nódulos palpáveis na axila.

Fatores de risco

  • História familiar: principalmente se mãe ou irmã (parentesco de 1º grau) tiveram câncer de mama antes dos 50 anos de idade
  • Quanto maior a idade, maior o risco
  • Menarca precoce (idade da primeira menstruação)
  • Menopausa tardia (após os 50 anos de idade)
  • A primeira gravidez após os 30 anos
  • Não ter filhos
  • Não amamentar
  • Uso em longa duração de Terapia de Reposição Hormonal (TRH), principalmente estrógeno e progesterona associados
  • Uso de contraceptivos orais com dosagens elevadas de estrógeno a longo prazo e que usaram este medicamento em idade precoce, antes da primeira gravidez (fato controverso)
  • Ingestão regular de álcool mesmo em quantidade moderada
  • Exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 35 anos
  • Obesidade

Detecção precoce do câncer de mama

Exame clínico das mamas: realizado pelo médico (treinado) que pode detectar o tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial
• Mamografia: capaz de mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas (de milímetros)
• Auto exame das mamas: o exame das mamas pela própria mulher deve fazer parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo e não utilizá-la como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama

Tratamento para o câncer de mama

O tratamento para o câncer de mama, muitas vezes requer de procedimentos como cirurgia, radioterapia e quimioterapia, entre outros, e pode trazer como consequências complicações imediatas e/ou tardias para as pacientes. Tais complicações, muitas vezes reversíveis ou não, podem acarretar em diminuição de movimento, alta probabilidade de aparecimento de linfedemas (acúmulo do fluido linfático no tecido intersticial, o que causa edema, mais frequente em braços e pernas, quando os vasos linfáticos estão prejudicados) e consequente dificuldades em realizar as atividades do dia-a-dia, entre outras. Complicações estas que podem influenciar no aspecto estético, emocional e sócio-econômico da paciente.

Como a fisioterapia pode ajudar?

A fisioterapia estabelece objetivos para cada fase do tratamento, ou seja, na fase pré-operatória e pós-operatória.

Na fase pré-operatória é realizada uma avaliação físico-funcional e de alguns aspectos gerais que podem intervir na reabilitação da paciente, conscientização da necessidade de segmento de toda a orientação quanto aos cuidados básicos e da participação do profissional como elemento de apoio junto à equipe multidisciplinar.

Na fase de pós-operatório imediato, a paciente é preparada para iniciar a movimentação ativa livre de membros superiores e inferiores além de ser estimulada a deambulação no hospital. E ainda recebe informações sobre a importância dos cuidados com o membro do lado operado. Em seguida, é de suma importância permanecer com o atendimento fisioterapêutico, pois este tem com o objetivo melhorar a movimentação do membro superior do lado operado, favorecer a circulação, trabalhar a conscientização quanto à postura adequada e o esquema corporal, estimular a cicatrização adequada, amenizar a dor, enfim, prevenir ou minimizar as complicações dos músculos, tendões, articulações e as vasomotoras, além do tratamento de disfunções sexuais, já que muitas mulheres se sentem mutiladas com a cirurgia do câncer de mama, alterando sua resposta sexual.

Para tanto, conta com os seguintes recursos: complexo descongestivo fisioterápico (drenagem linfática manual, enfaixamento compressivo, hidratação do membro, orientação de cuidados com a pele, automassagem, braçadeira compressiva), exercícios, alongamento, relaxamento e terapia manual.

Durante a aplicação de radioterapia é fundamental a realização de exercícios visando, entre outros objetivos, o posicionamento adequado para a eficácia da incidência da radiação.

É importante ressaltar que a paciente deve ser encaminhada para uma avaliação fisioterapêutica em qualquer fase se caso apresentar alguma possível complicação.

Número de sessões de fisioterapia

O número de sessões varia de acordo com cada paciente e o tipo de cirurgia realizado, mas geralmente, no pós-operatório imediato são necessárias 12 sessões de fisioterapia, no entanto se houver a presença de complicações como o linfedema entre outras, o número será determinado de acordo com a resposta ao tratamento.

 


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