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Fisioterapia: Disfunções Sexuais Femininas

Fisioterapia: Disfunções Sexuais Femininas

Sentir-se bem e satisfeita durante a relação  sexual é essencial para o completo bem-estar. Para se conseguir isto, as fases da resposta sexual devem estar em harmonia, no entanto, se houver uma falha em alguma destas fases, pode acarretar o surgimento das disfunções sexuais. De modo que, conhecer exatamente em qual fase está o problema é o melhor começo para um tratamento rápido e de sucesso. A ComTato possui profissionais capacitados que podem te auxiliar no tratamento das disfunções sexuais. Ligue e agende o seu horário.

 

 

As disfunções sexuais femininas são consideradas, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), um problema de saúde pública, pois afetam, em curto ou longo prazo, a vida social, psicológica, doméstica, ocupacional e física das mulheres e de seus companheiros. A sexualidade é um processo longo e muitas vezes complexo. A relação sexual bem-sucedida depende de uma sequência complexa de ocorrências hormonais e fisiológicas altamente vulneráveis aos efeitos de excitações emocionais e da saúde física. Sendo assim, alterações em suas funções podem, potencialmente, gerar descompassos na resposta sexual levando à disfunção sexual.

O que é disfunção sexual feminina?

Define-se disfunção sexual feminina como o comprometimento de uma ou mais fases da resposta ao sexo como do desejo, da excitação, do orgasmo e/ou dor que provoquem desconforto íntimo significativo, acarretando em insatisfação, impedindo que a mulher tenha uma relação prazerosa. A maior parte das disfunções sexuais estão relacionadas a problemas físicos e funcionais, para os quais o tratamento é fisioterapia especializada.

Fases da função sexual

A função sexual é dividida em fases e para que estas fases ocorram adequadamente, o corpo e a mente precisam estar saudáveis.

Desejo: é o início de toda resposta sexual, sem ele, não se consegue passar pelas próximas fases. A vontade sexual pode surgir de forma espontânea ou provocada por imagens, lembranças, carícias, etc. A partir daí o corpo e a mente se despertam e caminham para o ato sexual. Nesta fase os estímulos são fundamentais, pois mantém a “chama” acesa para o desejo saudável do casal.

Excitação: quando o corpo está livre para sentir o desejo sexual, ele responde com a fase de excitação, que é caraterizada por respostas físicas corporais como inchaço do clitóris, enrijecimento/ereção clitoriano e lubrificação. Estes fenômenos são vasculares, então dependem de uma boa circulação corporal.

Lubrificação: a lubrificação adequada ocorre após uma ereção clitoriana completa (decorrentes de preliminares eficientes) e a ativação efetiva dos músculos do assoalho pélvico.

Orgasmos: após o desejo bem recebido e a excitação adequada, o corpo se encontra em condições apropriadas para o ato sexual.

Neste momento, conhecido como platô, ele apresenta a aceleração menor (coração, respiração, ereção e lubrificação) e as respostas sexuais se mantém constantes. No entanto, se permanecer os estímulos é provável que aconteça o orgasmo, que são contrações rítmicas e reflexas (automáticas) duram de segundos a minutos. Muitas pessoas dizem que se sentem mais satisfeitas com a fase de platô do que com o orgasmo.

Satisfação sexual: como o próprio nome já diz, a mulher se encontra satisfeita com a atividade sexual, assim se inicia a fase de resolução.

Resolução: após a fase de satisfação sexual, a excitação vai diminuindo progressivamente, frequência cardíaca e respiratória se normalizam, a circulação sanguínea volta ao normal e a ereção e congestão vão desaparecendo, restando a sensação de prazer.

Quais são os tipos de disfunção sexual feminina?

Desejo sexual hipoativo: é a mais frequente das disfunções sexuais femininas e consiste na diminuição ou ausência de interesse sexual e libido. É pelo desejo que tudo se inicia, se a mente e o corpo não estiverem saudáveis, não acontecerá o ato sexual.

Disfunção de excitação: ocorre devido uma má circulação sanguínea ou por estímulos sexuais insuficientes para promover o aumento do fluxo sanguíneo local (congestão), dificultando a ereção clitoriana e consequentemente a lubrificação. Sem a congestão, ereção e lubrificação, o ato sexual não se desenvolve e não há satisfação sexual.

Disfunção de lubrificação: causada pela ereção clitoriana incompleta e fraqueza dos músculos do assoalho pélvico.

Disfunção do orgasmo (anorgasmia): diminuição de intensidade do orgasmo ou ausência do mesmo na vigência de um estímulo adequado. Geralmente, são muito fracos ou ocorrem rápido demais ou são muito demorados. No entanto, não precisa ter o orgasmo necessariamente para mulher se sentir satisfeita com a relação sexual.

Insatisfação sexual: Geralmente relacionada a falta de intimidade do casal, pouco tempo de preliminares, ato sexual não compatíveis com os parceiros, entre outros.

Causas da disfunção sexual feminina

As causas são multifatoriais, envolvendo aspectos físicos, psicológicos e sociais.

Dor durante a relação sexual

Atualmente nos consultórios, as mulheres apresentam muitas queixas de dor durante a relação sexual. Esta dor pode acontecer após a relação, durante o intercurso da relação, durante a penetração ou mesmo antes de a penetração acontecer, apenas com estímulos na região genital. Ela varia de mulher para mulher, podendo ser de diversas intensidades.

Dispareunia: ocorre quando a mulher consegue ter relação sexual, mas sente dor por repetidas vezes. A dor pode ocorrer no momento da penetração, durante a penetração ou até mesmo antes da penetração acontecer. As mulheres podem descrever a dor como uma sensação superficial, ou até mesmo profunda e a intensidade pode variar de um leve desconforto até uma forte dor aguda.

Vaginismo: caracterizado por uma contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico impedindo total ou parcialmente a penetração, do pênis, do dedo, do espéculo ginecológico ou do absorvente interno. A mulher não consegue controlar o movimento de contração, apesar de querer o ato sexual.

Vulvodinia: também conhecida como vestibulite vulvar é uma disfunção caracterizada por uma sensação de dor crônica em queimação na vulva, sem achados físicos objetivos que justifiquem os sintomas. Este quadro impede que a mulher consiga ter uma atividade sexual sem dor e ardor, se não for controlado.

Outras alterações

Flacidez de períneo: conhecida como vagina larga, sendo mais frequente em mulheres acima de 45 anos, pois a fase da menopausa diminui a produção de colágeno em todo o corpo inclusive no períneo, sendo necessário exercitar a musculatura perineal evitando a flacidez da mesma. Ligue e agende sua avaliação.

Flatos vaginais: é a perda de ar pela vagina durante a relação sexual. Isto ocorre geralmente ao mudar de posição ou ficar em posições em que os músculos do assoalho pélvico relaxem um pouco. Pode acontecer com qual qualquer mulher, independentemente da idade ou do número de partos. No entanto, se os flatos estiverem acontecendo sempre, independentemente da posição, procure um fisioterapeuta especializado para avalia-la, pois podem estar fracos, precisando de treinamento.

Como a fisioterapia pode ajudar na disfunção sexual feminina?

A fisioterapia atualmente é considerada tratamento de primeira linha nas disfunções sexuais femininas, quando as mesmas apresentam um componente físico associado, o que não é raro. Ela apresenta bons resultados e resposta rápida. Atua no treinamento da musculatura do assoalho pélvico (localizado na região inferior da pelve), através de exercícios em várias posturas, associado à conscientização corporal e genital e propriocepção destes músculos. O tratamento tem intuito de promover autoconhecimento, aumento da força, melhora do fluxo sanguíneo local, aumento da mobilidade pélvica e da sensibilidade clitoriana, potencializando, assim, a excitação, a lubrificação vaginal e o orgasmo, ou seja, a satisfação sexual. Realiza ainda orientações aos casais para um aumento da intimidade e interação entre eles. Para tanto, utiliza de vários recursos: biofeedback, eletroestimulação, cones vaginais, dilatadores vaginais, peridell, cinesioterapia, termoterapia, crioterapia, entre outros. Portanto, isso sugere o potencial da abordagem fisioterapêutica como tratamento principal das disfunções sexuais relacionadas aos componentes físicos, sem deixar de destacar o importante papel do psicoterapeuta.

Procure um FISIOTERAPEUTA especializado e tenha uma vida sexual saudável e feliz!

Número de sessões de fisioterapia

O número de sessões pode variar de acordo com cada paciente, no entanto, estudos mostram que normalmente necessitam de 10 sessões de fisioterapia.

 

A fisioterapia apresenta excelentes resultados nestes casos. Ligue para Comtato e agende uma avaliação.

 

 


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