Terapia da saúde sexual

Dificuldade para chegar ao orgasmo, falta de desejo ou perda da libido, carência sexual relacional, distúrbios da menopausa e vaginismo (dor durante a penetração) são as principais queixas das mulheres. Eles, por sua vez, reclamam de ejaculação rápida ou precoce, diminuição da libido e dificuldade de manter a ereção. Se você se identificou com alguma dessas complicações, pode respirar com certo alívio. Afinal, hoje em dia, ter problemas sexuais não é um bicho-de-sete-cabeças, como também buscar ajuda profissional deixou de ser tabu.
Uma pessoa pode apresentar alterações ou perturbações no seu ciclo de resposta sexual surgindo às dificuldades ou disfunções sexuais que impedem a vivência de uma vida sexual satisfatória e gratificante. As causas que podem estar na origem ou contribuir para estas dificuldades podem ser orgânicas, psicológicas ou mistas. Problemas de saúde, físicos e psicológicos, uso de medicamentos, tabagismo, problemas afetivos ou de natureza relacional, falta de experiência sexual e de conhecimento do corpo, traumas sexuais, assim como fatores socio económicos e profissionais, podem refletir-se de forma negativa na resposta sexual.

As disfunções sexuais quer sejam masculinas ou femininas, são definidas como alterações nas fases das respostas sexuais, compostas por manifestações físicas e psíquicas quando o indivíduo é exposto a um estímulo sexual, ocorrendo na seguinte sequência:

Desejo: fase da resposta sexual, na qual estão presentes fantasias sexuais e estímulos em diferentes esferas (visual, tátil, auditivos, olfativos e gustativos).
Excitação: fase na qual há diversas modificações no organismo do indivíduo.
Orgasmo: fase na qual há as contrações perigenitais e alterações cardiorrespiratórias, que é o ponto máximo de prazer na relação sexual.
Resolução: trata-se da fase de relaxamento.

Quando algumas destas fases, ou todas, são afetadas, podem surgir diferentes consequências negativas relacionadas com a vida sexual do indivíduo e do casal. Nos homens pode ocorrer perda de desejo sexual, ejaculação precoce, disfunção erétil, aversão sexual, entre outras; sendo que nas mulheres pode ocorrer também perda de desejo sexual, anorgasmia, dispareunia, vaginismo, aversão sexual, etc.
A psicoterapia é uma das melhores formas de “atacar” os diferentes tipos de disfunções sexuais. Por um lado temos a psicoterapia individual que poderá possibilitar o autoconhecimento, desmistificar crenças irracionais e mitos e fortalecer a auto-estima. Por outro lado, a terapia de casal, poderá facilitar a comunicação entre os parceiros, bem como abrir caminho ao descobrimento do funcionamento da relação e qual o seu reflexo na vida sexual do casal.


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